O sexo é uma das atividades mais prazerosas do mundo. E o melhor: a prática de sexo está relacionada à longevidade. Um estudo que começou em 1979 analisou a vida sexual de 918 homens entre 45 e 59 anos. Após uma década, 150 dos participantes tinham morrido – exatamente aqueles que não mantinham a atividade sexual frequente.

 

A partir disso, os cientistas começaram a relacionar a frequência da prática sexual com a taxa de mortalidade. Aqueles que faziam sexo duas vezes por semana tinham 50% menos chances de morrer. Alguns cientistas quiseram alegar que a prática sexual seria menor porque os participantes provavelmente teriam alguma doença, o que se provou contrário, já que todos os participantes se mostraram saudáveis em exames prévios.

Os praticantes frequentes de sexo também não tinham muita diferença no organismo quanto ao tabagismo, peso ou pressão arterial. Surpreendentemente, os que possuíam níveis de colesterol mais altos, eram aqueles que tinham uma vida sexual mais ativa que os outros, mesmo assim, estavam no grupo que morriam menos por problemas de saúde.

Um outro estudo sueco analisou 392 idosos, sendo 226 mulheres e 166 homens entre 70 e 75 anos, também relacionou a longevidade à vida sexual. De acordo com a pesquisa, o sexo traz mais intimidade nos relacionamentos, é um exercício e relaxamento, e tudo isso prolonga a vida. Além disso, o sexo melhora o sistema imunológico, deixando a pessoa mais resistente às doenças.

 

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