De acordo com um estudo feito pela Universidade Politécnica de Marche da Itália, dormir pouco pode fazer com que algumas células de limpeza “comam” seu cérebro, à medida que suas conexões se tornam mais fracas. 

 

O pesquisador Michele Bellesi afirma que a privação do sono está fortemente ligada ao mal de Alzheimer e intensifica a possibilidade da doença. Além disso, dormir pouco foi associado ao risco de morte em pessoas com síndrome metabólica – a combinação entre diabetes, obesidade e hipertensão arterial.

Os efeitos são ainda piores naqueles com tendência à hipoglicemia. Já os diabéticos que tivessem algum problema cardíaco teriam chances duas vezes maiores de morrer por um acidente vascular encefálico ou em resultado da doença cardíaca. A pesquisa, feita com 1.344 pessoas com idade média de 49 anos, pôde constatar que aquelas que dormiam mais, tinham menor risco de morte.

Além disso, as informações incluem o índice de massa corporal (IMC) maior que 30, podendo definir o padrão de obesidade, níveis elevados de colesterol, pressão arterial, glicemia em jejum e triglicérides. Durante o estudo, morreram, em média, 22% dos participantes.  Este foi o primeiro experimento feito com voluntários que dormiam no local de estudo e não com a avaliação de cada um sobre seu sono.

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